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O Confinamento Técnico em aterro é o último estádio do sistema global de gestão de resíduos. O que em tempos era uma lixeira, um local de deposição de resíduos, transformou-se, hoje, no conceito de Aterro Sanitário, uma infraestrutura imprescindível para fechar o ciclo de uma gestão integrada, pensada e executada para valorizar a vida e o meio ambiente. A redução, a reutilização e a reciclagem de resíduos são objetivos prioritários das modernas políticas de gestão. Contudo, no final do esforço para cumprir estes objetivos há que dar destino aos resíduos que não puderam ser valorizados através da reciclagem multimaterial e orgânica ou da valorização energética. Em complemento ao sistema integrado de gestão de RU da LIPOR, o Aterro da Maia, anexo à Central de Valorização Energética, destina-se a receber os subprodutos resultantes do processo de tratamento térmico e valorização dos resíduos instalado na Central, e os resíduos excedentes nos momentos de impossibilidade de tratamento em qualquer um dos pólos de tratamento industrial implementados pela Lipor. Dado que os resíduos a depositar no Aterro são de natureza diversa, esta infraestrutura é constituída por 2 células específicas:
A impermeabilização dos alvéolos é diferenciada e de acordo com a tipologia de resíduos a que se destinam, tendo sido projetados e concebidos dentro das mais exigentes normas e legislação aplicável, com sucessivas camadas de geocompósitos drenantes, que asseguram a proteção dos solos e aquíferos contra a eventualidade de qualquer migração acidental de lixiviados. |
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CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS (projeto) Capacidade
ETAL - Estação de tratamento de águas lixiviantes. Lagoa de estabilização – 2600 m3 Biológico
Físico
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Locais de deposição
Encontre o local mais perto de si para depositar seus resíduos.
Ecopontos
Ecocentros
Alvéolo Sul que se destina à deposição de RU que não podem seguir para a CVE, devido às suas características particulares ou às paragens programadas de manutenção da unidade;
